Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Sangoi, Luisa Astarita |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/17109
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Resumo: |
Mediante análise de doutrina e estudo de casos, o presente estudo pretende examinar de que forma foram aplicados os precedentes decorrentes dos Recursos Extraordinários 657.718 e 1.165.959, pelo TJSP e pelo TRF3, no controle judicial de políticas públicas para a garantia do direito à saúde. Para avaliar os impactos dessa aplicação, inicialmente foram estudadas as políticas públicas relativas ao direito à saúde e os reflexos da intervenção judicial nessas políticas. Foi, então, examinado, sob o enfoque do Código de Processo Civil de 2015, o processo de construção, no Supremo Tribunal Federal, dos precedentes relativos à concessão de medicamentos pelo Poder Púbico, que culminaram no julgamento dos Recursos Extraordinários 657.718 e 1.165.959. No último capítulo, por meio de análise jurisprudencial, foi analisada a aplicação dos Recursos Extraordinários 657.718 e 1.165.959 no âmbito TJSP e TRF3. O problema que se buscou desvendar por meio da pesquisa é se e de que forma ocorreu a aplicação dos precedentes decorrentes dos Recursos Extraordinários 657.718 e 1.165.959 pelo TJSP e TRF3. A hipótese principal era de que a aplicação destes precedentes estava ocorrendo de forma irregular. A hipótese secundária era de que essa falta de uniformidade nos julgamentos geraria prejuízos às políticas públicas de saúde, as quais necessitam de estabilidade e uniformidade no tratamento da matéria. |