O problema da individuação e da aprendizagem numa leitura da BNCC pela filosofia da diferença

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Felix, Grace da Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/16529
Resumo: Partindo do seguinte problema de pesquisa: “um discurso normativo, tal como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), mobiliza qual sentido da diferença?” é que iniciamos a presente dissertação, cujo objetivo reside em responder à questão proposta, avaliando: o que é diferença na BNCC; se há a presença de uma identidade e como a Filosofia da Diferença de Gilles Deleuze pode contribuir com o campo educacional. É intento da investigação em andamento, interrogar quem é o aluno aludido no documento oficial, documento este que fomenta a construção dos currículos específicos em território nacional. Para tanto, foi utilizado como parte empírica da pesquisa a análise da última versão da BNCC, homologada em 2018, que abordamos como fonte primária e que problematizamos na qualidade de discurso oficial materializado em documento; portanto, é uma pesquisa de abordagem qualitativa de perfil documental. Os recortes propostos para análise consistem em duas seções: apresentação e fundamentos pedagógicos. A leitura analítica adotou como teoria a filosofia de Gilles Deleuze e, por meio dos seguintes conceitos, é que se examinou a BNCC: diferença, repetição e signos propondo, diante da constatação da presença de uma identidade de aluno, que denominamos aluno-universal, é que emerge a filosofia deleuziana contribuindo para o entendimento de um devir-aluno que respeite as singularidades e não as individualidades.