Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2011 |
| Autor(a) principal: |
Antunes, Silvia |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Link de acesso: |
https://repositorio.insper.edu.br/handle/11224/844
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Resumo: |
Através da aplicação de um modelo probit ordenado, este trabalho busca identificar os principais determinantes do nacionalismo em 4 países da América Latina: Argentina, Brasil, Chile e México e comparar seus resultados com trabalhos de autores como Clarke (2001), Jung (2008) e Robinson et. al (2011) que discorrem sobre o mesmo tema para outros países. A conclusão de Jung (2008) de que pessoas mais velhas são mais nacionalistas quando comparadas a pessoas mais jovens é corroborada pelo modelo. Já as conclusões de Clarke (2001) e Robinson et. al (2011) que discutem a relação do nacionalismo com, respectivamente, atitude em relação à imigração e confiança interpessoal não foram corroboradas pelo modelo para os países latino-americanos deste estudo. Outras variáveis que se mostraram significativas para explicar nacionalismo foram educação formal, renda familiar, disponibilidade em lutar pelo país e posicionamento político. O trabalho mostra também que pessoas pertencentes a classes sociais mais baixas e com menor nível de educação formal declaram se sentir mais orgulhosas de seus países quando comparadas às outras. |