Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Costa, Deise Leonovich |
Orientador(a): |
Coelho Neto, Rosallee Albuquerque |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA
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Programa de Pós-Graduação: |
Agricultura no Trópico Úmido - ATU
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.inpa.gov.br/handle/1/13008
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Resumo: |
A pesquisa analisa a relação autoconsumo, comercialização e sustentabilidade ambienta1 em unidades familiares filiadas a uma rede social que propõe uma agricultura de base ecológica. Os dados quantitativos foram obtidos por meio do levantamento realizado pela "Rede de Estudos das Condições Amazônicas de Vida e Ambiente - Rava", no municlpio de Itacoatiara, estado do Amazonas. As escolhas dos agricultores relacionadas a auto-consumo e comercialização foram verificadas a partir da análise de entrevistas gravadas em visitas às áreas produtivas. As unidades familiares apresentam diferentes arranjos entre os componentes produtivos, porém a especialização ocorre com menor frequência. O manejo de várias espécies e diferentes componentes produtivos é a regra. As unidades familiares apresentaram diferentes graus de autoconsumo por conta de maior ou menor inserção em circuitos comerciais e a fatores ligados ao universo de cada unidade familiar, como sua composição. Porém, trata-se de uma importante estratégia que mantém sob o controle da família a alimentação, funcionando também como mecanismo de defesa frente a instabilidades de mercado. A comercialização está presente, de forma diferenciada, entre as unidades familiares e se liga sobretudo ao componente agricultura. A produção vegetal com a cultura da mandioca e seus produtos (farinha, goma e tucupi) gera 27% da renda total (autoconsumo e venda) e é encontrada na maioria das unidades familiares. A pouca disponibilidade de área para o estabelecimento de roças tem levado à diminuição do intervalo de pousio. As condições de comercialização são tidas, em geral, como desfavoráveis aos agricultores. Dificuldades com transporte e preços que não remuneram trabalho e custos de produção são as principais dificuldades apontadas pelos agricultores. |