Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Ikezaki, Regina |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.idp.edu.br//handle/123456789/3839
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Resumo: |
Sob a incidência do vocábulo sweatshop, coloca-se em foco o debate mundial sobre as precárias condições laborais nas indústrias de confecção de roupas. A presente dissertação busca ilustrar como o termo revela a estruturação de uma arena discursiva, a partir da qual são mobilizadas estratégias simbólicas e materiais, objetivando a concepção de desenhos regulatórios para a proteção dos trabalhadores do setor. Nesse sentido, sweatshop desvela enredos em torno dos novos patamares de interlocução política de atores empresariais e das redes de advocacy, com desdobramentos sobre a produção privada de normas sobre direitos humanos, cuja ressonância transborda legendas domésticas e interestatais. Para materializar tais enredos, serão utilizados aportes empíricos de um episódio mundialmente conhecido, o desabamento da fábrica de roupas Rana Plaza, em Bangladesh, no ano de 2013, que reverberou como um “laboratório” para proposição de arranjos jurídicos, visando ao combate do fenômeno sweatshop. |