Mhealth entrepreneurship: an exploratory research for a managerial model for mhealth start ups in low and middle income countries

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Buckman, Reymound Yaw
Orientador(a): Barki, Edgard Elie Roger
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10438/15083
Resumo: Tecnologias móveis na saúde (mHealth) representam há alguns anos a força de transformação para melhorar problemas de saúde em países de baixa e média renda (LMIC). Embora vários estudos tenham identificado evidências inconsistentes e novos quadros de avaliação tenham sido propostos, poucos trabalhos exploraram o papel do empreendedorismo para criar mudança disruptiva em um setor tradicionalmente conservador. Defendo que a melhoria da eficácia dos empresários mHealth pode aumentar a adoção de soluções mHealth. Assim, este estudo tem como objetivo propor um modelo de gestão para a análise de soluções mHealth do ponto de vista empresarial no contexto de LMIC. Identifiquei o ‘Khoja-Durrani-Scott (KDS) framework’ como base teórica para o modelo de gestão, devido ao seu foco explícito no contexto de LMICs. Na pesquisa exploratória introduzida a seguir utilizei entrevistas semi-estruturadas com cinco especialistas em mHealth, os sistemas de saúde locais e de investimento para identificar as necessárias adaptações ao modelo. Os resultados das entrevistas propuseram que especialmente a questão econômica deveria ser clarificada, assim como a questão empresarial deveria ser adicionada. Além disso, foi proposto um questionário de avaliação. Na segunda fase, apliquei o questionário a cinco start-ups, que operam no Brasil e na Tanzânia. Realizei entrevistas semi-estruturadas com os empresários para obter insights práticos para o desenvolvimento teórico. Três dos cinco empresários perceberam que os resultados correlacionavam com as expectativas dos pontos fortes e fracos das start-ups. As principais deficiências do modelo foram relacionadas com a ambigüidade de algumas questões. Além dos resultados para o modelo, os resultados das pontuações foram analisados. A análise sugeriu que entre os start-ups que participaram os resultados ‘comportamentais e sócio-técnicos’ foram os mais fortes e os resultados ‘política’ foram os mais fracos. O modelo de gestão integra várias perspectivas, estruturadas em torno do empresário. A fim de validar o modelo, a pesquisa futura pode vincular o desenvolvimento de uma start-up com a evolução das pontuações em estudos de caso longitudinais ou testes em grande escala.