Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Chaves, Leonardo Tadeu Sanches |
Orientador(a): |
Araújo, Gustavo Silva |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/36500
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Resumo: |
O presente artigo tem como objetivo avaliar o que é melhor para o investidor pessoa física: aplicar seus recursos em títulos públicos via Tesouro Direto ou em Exchange Traded Funds de renda fixa. A análise leva em consideração os diversos custos envolvidos em ambas as alternativas, como taxas de administração e corretagem, bem como os aspectos tributários específicos de cada ativo. A análise foi realizada de forma quantitativa, comparando duas carteiras: uma composta apenas por títulos do Tesouro Direto e a outra com o ETF. Os dados utilizados ao longo do estudo foram os preços reais de compra e venda dos ativos envolvidos. Os resultados encontrados indicam que os Exchange Traded Funds que possuem o prazo médio de repactuação da carteira superior a 720 dias e, consequentemente, possuem uma alíquota de imposto de 15%, obtiveram uma performance líquida superior a carteira de títulos do Tesouro Direto. A questão tributária se mostrou muito relevante para o estudo: como o imposto é apenas sobre os ganhos, os títulos que estavam contidos dentro da carteira do Exchange Traded Funds conseguiam compensar possíveis perdas e realizar reinvestimento sem pagamento de imposto. |