Fundos de investimento nas cadeias produtivas agroindustriais: uma comparação com os fundos imobiliários

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Troes, Ricardo
Orientador(a): Sampaio, Joelson Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
FII
CVM
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/10438/35720
Resumo: A recente criação dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas trouxe para o mercado de capitais brasileiro uma nova forma de financiamento das cadeias produtivas. O crescimento desse tipo de produto na indústria de fundos de investimento do Brasil, tanto em produtos, quantidade de investidores e Patrimônio administrado chamou atenção para necessidade de analise de desempenho, em especial quando comparado ao Fundos Imobiliários. Para alcance dos objetivos da pesquisa, foi realizada análise quantitativa dos ativos com os principais índices de comparação, com intuito de responder se os retornos obtidos pelos FIAGRO diferem estatisticamente dos FII. Foram utilizados procedimentos de pesquisa como revisão de literatura, análise exploratória das pesquisas semelhantes e coleta de dados secundários usando informações públicas disponíveis no site da B3. Foi utilizada as análises de dados em painel do Stata para análises de risco, exposição de riso, retornos ajustados ao risco, além de exercícios com a construção de carteiras teóricas, como: Desvio Padrão, Média, Média Amostral, Desvio Padrão Amostral, Índice de Sharpe, CAPM (Capital Asset Price Model). Os principais resultados do trabalho permitem concluir que no período analisado, (i) que os FIAGRO apresentam menor rendimento quando comparado aos FII, (ii) que a relação ao retorno ajustado ao risco é pior nos FIAGRO do que nos FII, que (iii) são, no geral, são mais voláteis do que os FIAGRO.