Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Abrahão, Gabriel Akel |
Orientador(a): |
Arvate, Paulo Roberto |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
eng |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/10438/30229
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Resumo: |
O empreendedorismo corporativo (CE) é frequentemente entendido como um processo baseado na empresa, com pouco (ou nenhum) reconhecimento da agência individual do empregado-empreendedor. No entanto, compreender a agência individual é crucial para implementar uma estratégia de empreendedorismo corporativo bem-sucedido, porque os indivíduos podem optar por se tornar empreendedores independentes em vez de empreendedores corporativos. Ajudamos a resolver esse quebra-cabeça expandindo o modelo integrativo de empreendedorismo corporativo, conforme sugerido por Ireland (Ireland et. al. 2009). Usamos a teoria dos jogos para analisar os trade-offs do empregado-empreendedor envolvidos no processo de CE e modelar proposições teóricas. A teoria dos jogos nos permite avaliar os diferentes caminhos e fornecer uma forma formal de analisar as interações cooperativas ou competitivas entre a empresa e os indivíduos. Como contribuições, apresentamos variáveis importantes que o empregado-empreendedor deve considerar quando engaja em CE (liability of newness, valley of death and timing) e apresentamos possíveis explicações para a baixa adesão da empresa ao empreendedorismo corporativo (informação assimétrica, problema de agente e custo de contratos). Finalmente, mostramos que o empreendedorismo corporativo é preferível com altos níveis de (a) liability of newness; (b) valley of death e (c) time-to-market e que, com a ausência de uma arquitetura organizacional pró-empreendedora, uma estratégia de empreendedorismo corporativo pode resultar em empreendedorismo independente. |