Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Beatriz Fatima Alves de |
Orientador(a): |
Hacon, Sandra de Souza,
Ignott, Eliane |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/24247
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Resumo: |
Introdução: A exposição às frações finas de material particulado (PM2,5) foi associada ao aumento das internações hospitalares por doenças do aparelho respiratório e cardiovascular em crianças e idosos (POPE, DOCKERY, 2006; GOUVEIA et al., 2006; BRAGA et al., 2007). Objetivo: Avaliar o risco da exposição ao PM2,5 em crianças de 6 a 14 anos residentes em Tangará da Serra, município localizado na região Subequatorial da Amazônia brasileira, em 2008. Método: Este trabalho acadêmico foi dividido em dois estudos. No primeiro, uma revisão sistemática da literatura foi realizada em bases de dados eletrônicas. Foram analisadas publicações relacionadas às características físico-químicas dos poluentes, segundo diferentes fontes de emissões e estudos relativos aos efeitos no sistema respiratório. No segundo, a metodologia de Avaliação de Risco (U.S EPA, 1989; ATSDR, 2001) foi aplicada para estimar o risco da exposição ao PM2,5 proveniente da queima de biomassa em crianças residentes em Tangará da Serra, no ano de 2008. O risco toxicológico foi estimado através da relação entre a dose potencial de ingresso do PM2,5 (μg/kg.dia) e a dose de referência. A dose de referência foi estimada por meio da concentração de referência (RfC) para partículas de diesel. Dois cenários de exposição foram construídos, tendo como variável de exposição as concentrações médias diárias de PM2,5 nas estações de seca e de chuva. A dose potencial foi estimada utilizando a simulação de Monte Carlo segundo idade, sexo, asma (sim/não) e índice de massa corporal (IMC). Resultados: No primeiro estudo, os resultados mostraram que o PM é composto predominantemente de compostos orgânicos e 20 por cento de elementos inorgânicos. Altas concentrações de metais foram identificadas em áreas metropolitanas quando comparadas às regiões de queimadas. |