Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Silva, Cristiane Barata |
Orientador(a): |
Sarcinelli, Paula de Novaes,
Moreira, Josino Costa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/33979
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Resumo: |
Ao longo dos anos, vem sendo registrado mundialmente o aumento do uso de agrotóxicos nas atividades antrópicas. Dentre estes, o agrotóxico utilizado em campanhas de saúde pública no combate aos vetores da dengue (Aedes Aegypti) é odiflubenzuron, classificado como inseticida e acaricida pertencente ao grupo químico das benzoiluréias, tendo como ação principal a inibição da síntese de quitina. O principal efeito da exposição nos seres vivos é a formação de um pigmento sanguíneo, a metemoglobina. Esta tem a característica de não se ligar à molécula do oxigênio, levando à hipóxia nos órgãos em casos de exposição. Neste contexto, o objetivo desse trabalho foi avaliar a exposição ao diflubenzuron e seus efeitos sobre os guardas de endemias atuantes no Estado do Rio de Janeiro através da análise dos níveis de metemoglobina no sangue venoso por espectrofotometria no visível nocomprimento de onda de 630 nm. Além disso, foi possível delinear o perfil quanto aos hábitos de vida e condições de trabalho destes trabalhadores através da aplicação de um questionário semi-estruturado. Como resultados foi obtido que esta população de estudo eram preferencialmente do gênero masculino, com faixa etária entre 41 a 50 anos, na grande maioria tinha a função de tratamento e não fazia uso de EPI. Quanto a variação dos níveis do percentual de metemoglobina, foi possível observar uma discreta relação entre a exposição ao agrotóxico e a formação de metemoglobina e aexistência de uma forte correlação inversa entre o hábito de fumar e a variação dos níveis de metemoglobina. |