Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2005 |
Autor(a) principal: |
Sá, Sandra Monteiro de |
Orientador(a): |
Pepe, Vera Lúcia Edais |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/5458
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Resumo: |
A vacinação representa um dos grandes avanços da tecnologia médica nas últimas décadas, sendo uma das medidas mais custo-efetivas na prevenção de doenças. O objetivo geral do presente estudo foi analisar as oportunidades perdidas de vacinação (OPV), e identificar e descrever os fatores possivelmente relacionados ao atraso vacinal e à OPV, contribuindo para a reavaliação e o planejamento de ações referentes à situação de imunização da clientela de um hospital pediátrico terciário do município do Rio de Janeiro. Trata-se de uma análise exploratória, com realização de entrevistas com os responsáveis pelas crianças de 0 a 59 meses, atendidas de primeira vez no ambulatório, durante três dias da semana e, com os profissionais de saúde que trabalhavam no ambulatório e no CRIE (Centro de Referência em Imunobiológicos Especiais). De um total de 96 crianças, cujos responsáveis foram entrevistados, 91,7% havia trazido o cartão de vacinas no dia da consulta, mas apenas 18,2% tiveram o cartão efetivamente verificado por um profissional de saúde. Do total avaliado, 12 crianças foram consideradas OPV (12,5%). Dentre os 33 profissionais de saúde entrevistados, 18 (54,5%) afirmaram que sempre solicitam o cartão de vacinas, e oito (24,3%) relataram que o CRIE não efetuava vacinação de rotina. As questões de conhecimento do calendário de vacinação e das contra-indicações estavam todas corretas em 12,1% e 48,5% das entrevistas dos profissionais, respectivamente. A causa mais freqüente de OPV observada neste estudo está ligada às práticas dos profissionais de saúde quanto à avaliação da situação vacinal das crianças, mas outros fatores que pudessem contribuir para a ocorrência de OPV também foram identificados, tais como as falhas de conhecimento das vacinas do calendário oficial e o desconhecimento do papel do CRIE na vacinação de rotina. |