Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Santos, Claudemir dos |
Orientador(a): |
Reis, José Roberto Franco |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/15883
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Resumo: |
De objeto de reprodução ao sujeito de cidadania. É assim que a saúde da mulher se tranformou desde a década de 1960 aos dias atuais. A partir dos grupos de mulheres que depois foram chamados de movimentos feministas, a luta pela saúde se deu. Inúmeros programas de saúde foram surgindo através o Ministério da Saúde. Lutar sempre foi a caracterização de cada década. Em 1980 a mulher ganha um programa que a separa da saúde da criança; nos nos 2000, momentos importantes são vivenciados: a criação de uma política focada nas questões de gênero e diversidade bem como uma portaria capaz de reacender alguns questionamentos da década de 1960. O passado volta a ser presente. Do Programa Materno-Infantil à Rede Cegonha, foram necessários 37 anos para que, efetivamente houvesse uma mudança capaz de solidificar atitudes que antes não eram tratadas com a ênfase que merecia. Mais do que definir política social, este trabalho adverte para a importância dos grupos sociais na confecção desta. |