Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Couto, Arnaldo Cézar |
Orientador(a): |
Koifman, Sérgio |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/24972
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Resumo: |
Objetivos: Analisar a tendência de mortalidade por leucemias na infância no Estado do Rio de Janeiro durante o período de 1980 a 2006. Método: Foram utilizados os dados de mortalidade por leucemia em menores 15 anos do Sistema de Informações de Mortalidade do Ministério da Saúde para os anos de 1980 a 2006, segundo sexo, dos residentes de três áreas: Município do Rio de Janeiro, Região Metropolitana (exceto município do Rio de Janeiro) e Interior do Estado. Foram considerados como óbitos por leucemia aqueles cuja causa básica havia sido codificada de acordo com a Classificação Internacional de Doença (CID) 9, no período 1980-95; segundo CID 10, no período 1996-2006. As taxas de mortalidade foram calculadas por faixa etária e ano de óbito, sendo em seguida ajustadas pela população mundial. Para análise de tendência, optou-se pelos modelos de regressão linear polinomial. Foi considerado um nível de significância de 5por cento. Resultados: As análises de tendência nas três localidades apresentaram perfis semelhantes, com um padrão decrescente e constante. Entretanto, o município do Rio de Janeiro apresentou a maior queda em suas taxas. Analisando a tendência das taxas de mortalidade por leucemia infantil segundo sexo, foi observado que no sexo masculino, a incidência foi maior quando comparada ao sexo feminino nas três localidades analisadas.Conclusão: Foi observada uma tendência de declínio da mortalidade por leucemias na infância no Estado do Rio de Janeiro, sendo esta mais acentuada na capital, do que na região metropolitana e no interior do Estado. |