Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2001 |
Autor(a) principal: |
Tourinho, Paulo Cesar de Almeida |
Orientador(a): |
Monteiro, Teófilo Carlos do Nascimento |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/5413
|
Resumo: |
Os sistemas de esgotamento sanitários implantados no Brasil atendem 37,7 por cento de sua população, sendo que muito desses sistemas cuidam única e exclusivamente de seu afastamento, uma vez que não são dotados de sistemas seguros de tratamento e final adequados. Além da grande carência de sistemas de esgotamento sanitário, o Brasil se ressente da falta de sistemas de drenagem pluvial que normalmente é a segunda grande obra realizada nos municípios, sendo a primeira, os sistemas de abastecimento de água. Devido a falta de recursos sistemas unitários ou combinados vêm sendo implantados, aproveitando-se redes coletoras de sistemas de drenagem existentes para o lançamento de esgotos in-natura, sem que se tenha conhecimento técnico adequado sobre as conseqüências dessa utilização, gerando como conseqüência, impactos nos corpos receptores. Surge a necessidade da criação de uma cultura voltada para a recuperação dos sistemas implantados conforme acima descrito ou quando for necessário, da elaboração de estudo de viabilidade técnica para sua implantação, segundo critérios a serem eselecidos conforme as características locais, tendo como segundo objetivo sua viabilidade econômico-financeira. Para verificar a possibilidade de utilização de sistemas unitários em pequenas localidades, foram comparados os custos de implantação de sistemas de esgotamento sanitário e drenagem pluvial do tipo separadores absolutos, de implantação de uma sistema unitário, da recuperação de sistemas erroneamente chamados de unitários e de transformação de um sistema de drenagem pluvial do tipo separador absoluto em sistema unitário. O estudo mostrou que economicamente um sistema unitário é viável, mas se faz necessário um maior aprofundamento no que se refere a minimização dos riscos ambientais ao corpo receptor, quando da ocorrência de transbordamentos tanto em relação a quantidade quanto em relação a qualidade e suas conseqüências à biota. |