Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Ribeiro Neto, Aloysio Araújo |
Orientador(a): |
Barcellos, Christovam |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/2513
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Resumo: |
O estado do Rio de Janeiro, apesar da fraca participação do setor agropecuário na economia, apresenta áreas onde a atividade agropecuária é bastante desenvolvida, com a utilização intensiva e inadequada de agrotóxicos. Um dos passos primordiais para o controle dos riscos ambientais é a seleção de indicadores que sejam sensíveis para detectar situações de risco, e ao mesmo tempo abrangentes para envolver uma grande diversidade de condições. Este trabalho tem como objetivo propor um modelo para a tipificação e priorização de municípios, visando o aperfeiçoamento das ações de vigilância dos agrotóxicos. Esse modelo integra os setores de agricultura, saúde e ambiente, buscando dados censitários e da rotina de trabalho de órgãos de governo para caracterizar os cenários de uso dos agrotóxicos no estado. Foi levantado um total de 43 variáveis, transformadas em onze (11 ) indicadores de risco, que por sua vez foram grupados em 4 grupos (população exposta, produção agrícola, práticas agrícolas e serviços públicos) e ordenados segundo escores decrescentes de risco. Os escores dos grupos foram somados e transformados em um escore único que representa uma priorização de ações de vigilância de agrotóxicos no estado. Os indicadores apontaram uma concentração de municípios de maior risco na região serrana e noroeste fluminense, tanto por sua alta produção de itens agrícolas, quanto pela estrutura de produção, caracterizada pelo uso intensivo de insumos e mão de obra. Foi verificada, no entanto, uma fraca correlação entre indicadores, isto é, os municípios com maiores volumes de produção não necessariamente apresentam maiores efeitos sobre a saúde. Essa tendência aponta uma complementaridade entre indicadores e a diversidade de situações de risco no estado. |