Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Attianezi, Margareth |
Orientador(a): |
Llerena Junior, Juan Clinton |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/25261
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Resumo: |
Resumo:METODOLOGIA: Pesquisa qualitativa de natureza exploratória e descritiva, com base etnográfica, valendo-se da analise das narrativas da população moradora. Empregou-se o método de Leitura Isotópica de Ciro Flamorin Cardoso para uma leitura mais aprofundada. Como técnica, utilizou-se a produção de grupos focais. OBJETIVOS: Analisar as concepções e crenças da população moradora de Angra dos Reis que fazem um nexo causal entre o diagnostico de malformação congênita e câncer e a presença das usinas nucleares em seu território. Objetivo específico: Identificar as principais fontes de informação utilizadas pela população que auxiliam na formação de crenças e concepções. RESULTADOS E DISCUSSÃO: A analise das narrativas permitiu o isolamento de três grandes temas: conhecimento sobre energia nuclear, histórias de acidentes/incidentes e a relação com a saúde humana. Ao tema relação com a saúde humana aplicamos a leitura isotópica que identificou duas redes temáticas 1: Conhecimento sobre: malformação congênita; câncer; outros problemas de saúde e 2: Fontes de Informação. No que diz respeito às crenças percebe-se o involucro de estigmas e preconceitos que marcam a relação dos moradores com as usinas nucleares. Produções cinematográficas, reportagens jornalísticas e conversas entre pares foram citadas como fonte de informação. CONCLUSÃO: Ambos os conhecimentos Energia Nuclear e Genética Humana, pertencem a ciclos exotéricos como postulados por Fleck. Quando apresentados através da cultura, a maior parte das pessoas os recebe através de novas interpretações. A ideia de que as radiações ionizantes são capazes de alterarem o DNA passa a ser vista como uma força poderosa e desconhecida, capaz de transformar o humano em cada um de nós. |