Implicações pedagógicas do uso de modelos analógicos no ensino de química para estudantes com deficiência visual
Ano de defesa: | 2020 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação em Educação Tecnológica Brasil CEFET-MG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://repositorio.cefetmg.br/handle/123456789/497 |
Resumo: | Essa dissertação aborda a análise das prováveis implicações pedagógicas do uso de modelos analógicos no contexto da Educação em Ciências para estudantes com deficiência visual da Educação Profissional Tecnológica. A análise foi realizada por meio de um modelo confeccionado a partir de uma analogia contemplada nos livros didáticos do Programa Nacional do Livro Didático para o triênio 2018, 2019 e 2020, especificamente de um conteúdo para os quais estudantes com deficiência visual apresentavam dificuldades de aprendizagem. Os participantes dessa pesquisa são quatro estudantes e um professor com deficiência visual do Ensino Médio da Educação Tecnológica. A pesquisa foi realizada em cinco etapas: (1ª) identificação dos conteúdo de Química para os quais estudantes com deficiência visual apresentam dificuldades de aprendizagem; (2ª) análise estrutural das analogias e modelos usados como recurso de mediação didática no ensino de tópicos de conteúdo de Química, dos quais esses estudantes apresentariam dificuldades; (3ª) elaboração de modelos analógicos baseados nesses conteúdos de Química; (4ª) entrevista com o professor de Química com deficiência visual, mediada pela apresentação do modelo analógico confeccionado, (5ª) entrevistas com estudantes, mediadas pela apresentação do modelo analógico. Os resultados demonstraram que o uso do modelo analógico é um facilitador como recursos tátil, proporcionando aos estudantes assimilar conceitos científicos. A pesquisa também revelou a carência do uso de modelos analógicos no ensino de Química para estudantes com deficiência visual. |