Sleep deprivation, pain and prematurity : a review study

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Main Author: Bonan, Kelly Cristina Santos de Carvalho
Publication Date: 2015
Other Authors: Pimentel Filho, João da Costa, Tristão, Rosana Maria, Jesus, José Alfredo Lacerda de, Campos Junior, Dioclécio
Format: Article
Language: eng
Source: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/45540
http://dx.doi.org/10.1590/0004-282X20140214
Summary: O objetivo foi descrever o estado atual na literatura científica sobre privação do sono associado a experiências dolorosas no prematuro e o papel na evolução do sono em ambiente de terapia intensiva. Realizou-se uma busca sistemática para estudos sobre sono, dor, prematuridade e programas de atenção ao neonato. Foram consultados as bases Web-of-Knowledge, MEDLINE, LILACS, Biblioteca Cochrane, PubMed, EMBASE, Scopus, BVS e SciELO. A associação entre privação do sono e dor gera efeitos que são observados na atividade cerebral, fisiológica e comportamental dos prematuros. A polissonografia nas unidades intensivas e o manejo da dor em neonatos permitem comparação no primeiro ano de vida com crianças nascidas a termo. Encontraram-se poucas evidências de que programas de cuidado neonatal podem influenciar o desenvolvimento do sono e diminuir o impacto negativo do ambiente. Estas evidências são discutidas na perspectiva de como a intervenção hospitalar pode melhorar o desenvolvimento do prematuro.
Description
Summary:O objetivo foi descrever o estado atual na literatura científica sobre privação do sono associado a experiências dolorosas no prematuro e o papel na evolução do sono em ambiente de terapia intensiva. Realizou-se uma busca sistemática para estudos sobre sono, dor, prematuridade e programas de atenção ao neonato. Foram consultados as bases Web-of-Knowledge, MEDLINE, LILACS, Biblioteca Cochrane, PubMed, EMBASE, Scopus, BVS e SciELO. A associação entre privação do sono e dor gera efeitos que são observados na atividade cerebral, fisiológica e comportamental dos prematuros. A polissonografia nas unidades intensivas e o manejo da dor em neonatos permitem comparação no primeiro ano de vida com crianças nascidas a termo. Encontraram-se poucas evidências de que programas de cuidado neonatal podem influenciar o desenvolvimento do sono e diminuir o impacto negativo do ambiente. Estas evidências são discutidas na perspectiva de como a intervenção hospitalar pode melhorar o desenvolvimento do prematuro.