Self-control, self-management and entrepreneurship in Brazilian creative industries
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| প্রধান লেখক: | |
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| প্রকাশনার তারিখ: | 2016 |
| অন্যান্য লেখক: | , |
| বিন্যাস: | Article |
| ভাষা: | eng |
| সম্পদ: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/30243 http://dx.doi.org/10.1590/1982-43272663201604 |
সংক্ষিপ্ত: | O empreendedorismo criativo ganhou importância nas últimas décadas com o surgimento das indústrias criativas. A definição de metas e a capacidade individual de autorregulação são apontadas como preditores de empreendedorismo. O objetivo deste estudo foi identificar características de validade de uma escala de autorregulação e testar a hipótese de haver diferenças de autorregulação em função de a pessoa ser ou não empreendedora, suas características pessoais e setor de atuação. Participaram 596 profissionais das indústrias criativas brasileiras. Eles responderam à Escala de Autocontrole e Autogerenciamento (SCMS), traduzida e adaptada para o português. Os dados foram submetidos a uma validação cruzada. Os resultados apontam para a consistência da estrutura tri-fatorial da escala. Empreendedores tenderam a médias mais altas no fator Autoavaliação do que não empreendedores. Setor de atividade, sexo e escolaridade apresentaram diferenças significativas no fator Automonitoramento. |
| সংক্ষিপ্ত: | O empreendedorismo criativo ganhou importância nas últimas décadas com o surgimento das indústrias criativas. A definição de metas e a capacidade individual de autorregulação são apontadas como preditores de empreendedorismo. O objetivo deste estudo foi identificar características de validade de uma escala de autorregulação e testar a hipótese de haver diferenças de autorregulação em função de a pessoa ser ou não empreendedora, suas características pessoais e setor de atuação. Participaram 596 profissionais das indústrias criativas brasileiras. Eles responderam à Escala de Autocontrole e Autogerenciamento (SCMS), traduzida e adaptada para o português. Os dados foram submetidos a uma validação cruzada. Os resultados apontam para a consistência da estrutura tri-fatorial da escala. Empreendedores tenderam a médias mais altas no fator Autoavaliação do que não empreendedores. Setor de atividade, sexo e escolaridade apresentaram diferenças significativas no fator Automonitoramento. |
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