Fatigue and muscle function in prostate cancer survivors receiving different treatment regimens
Gespeichert in:
| 1. Verfasser: | |
|---|---|
| Publikationsdatum: | 2019 |
| Weitere Verfasser: | , , , |
| Format: | Article |
| Sprache: | eng |
| Quelle: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/36505 https://doi.org/10.1590/1517-869220192506220279 http://orcid.org/0000-0002-9450-7747 http://orcid.org/0000-0001-5748-7540 http://orcid.org/0000-0002-4315-3176 http://orcid.org/0000-0003-0881-305X http://orcid.org/0000-0003-3052-5783 |
Zusammenfassung: | Introdução O câncer de próstata é a doença neoplásica mais frequente nos homens. Após seu diagnóstico, diferentes métodos de tratamento são propostos baseados no estágio do câncer. Esses tratamentos afetam diferentemente a função física e muscular, qualidade de vida e o prognóstico. Objetivos Avaliar a fadiga, força muscular, espessura muscular e a qualidade muscular dos sobreviventes ao câncer de próstata que foram submetidos a terapia de privação androgênica (ADT). Métodos Dez pacientes ADT, oito não ADT (N-ADT) e 18 indivíduos saudáveis no grupo controle (CON) foram inscritos neste estudo. A fadiga percebida foi avaliada através do Multidimensional Fatigue Inventory composto por 20 itens. A espessura e qualidade musculares (eco-intensidade) foram avaliadas através de um aparelho de ultrassom B-mode. A força muscular e a capacidade de trabalho foram avaliadas utilizando um dinamômetro isocinético. Os grupos foram comparados através de ANOVA de um fator e ajuste de Bonferroni. Resultados O grupo ADT apresentou menor espessura muscular, pico de torque e capacidade de trabalho do que o grupo controle (p = 0,021; p = 0,005; p < 0,001, respectivamente). O grupo ADT demonstrou maior eco-intensidade que o grupo controle (p = 0,005) e N-ADT (p = 0,046). Não foram encontradas diferenças entre o grupo N-ADT e CON quanto à espessura muscular, pico de torque, capacidade de trabalho e eco-intensidade (p > 0,05). A fadiga geral foi maior tanto no grupo ADT (p = 0,030) quanto no grupo N-ADT (p = 0,047) quando comparada ao grupo CON. A fadiga física foi maior no grupo ADT do que no grupo CON (p = 0,006). Conclusão Os pacientes submetidos à terapia de privação androgênica demonstraram menores níveis de função muscular e maiores níveis de fadiga percebida do que os indivíduos saudáveis do grupo controle. Parece que a função muscular permanece menor em pacientes submetidos à ADT vários anos após o início do tratamento, o que não ocorre com os pacientes N-ADT. Nível de evidência II; Estudos diagnósticos - Investigação de um exame para diagnóstico. |
Ähnliche Einträge: Fatigue and muscle function in prostate cancer survivors receiving different treatment regimens
- Serum levels of matrix metalloproteinase-1 in Brazilian patients with benign prostatic hyperplasia or prostate cancer
- Prognostic value of morphologic and clinical Pparameters in pT2 - pT3 prostate cancer
- Low dynamic muscle strength and its associations with fatigue, functional performance, and quality of life in premenopausal patients with systemic lupus erythematosus and low disease activity : a case–control study
- PSMA-bearing extracellular vesicles secreted from prostate cancer convert the microenvironment to a tumor-supporting, pro-angiogenic state
- Avaliação dos níveis de força, qualidade muscular e índice de fadiga em sobreviventes de câncer de próstata submetidos à terapia de privação androgênica
- Evaluation of the fatigue resistance of power line conductors function of the H/w parameter
