Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
| Kaituhi matua: |
Silva, Miriam Rodrigues da |
| Rā whakaputa: |
2009 |
| Ētahi atu kaituhi: |
Carvalho Júnior, Osmar Abílio de,
Martins, Éder de Souza,
Mitja, Danielle,
Gomes, Roberto Arnaldo Trancoso,
Guimarães, Renato Fontes |
| Hōputu: |
Article
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| Reo: |
por |
| Puna: |
Repositório Institucional da UnB |
| Download full: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/11070
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Whakarāpopototanga: |
Dados bióticos e abióticos foram integrados para identificar áreas deocorrência de babaçu, tendo sido observado à ocorrência preferencial dos indivíduosem áreas de uso agrícola. O objetivo deste trabalho é identificar e caracterizar as áreaspotenciais de ocorrência do babaçu, a partir da utilização de técnicas de sensoriamentoremoto e de geoprocessamento na bacia do rio Cocal. A metodologia de mapeamentodas áreas potenciais de babaçu apresenta as seguintes etapas: (a) confecção do mapade uso e cobertura do solo a partir do processamento digital da imagem ASTER; (b)confecção do mapa geomorfológico a partir da análise do Modelo Digital de Terreno edos mapas derivados; e (c) integração dos mapas de uso e cobertura do solo egeomorfologia para determinar as áreas potenciais de ocorrência de babaçu. Essametodologia proposta para identificar áreas potenciais de ocorrência de babaçuapresenta uma alternativa rápida para se fazer uma seleção preliminar e reduzir o esforço amostral para identificação das áreas potenciais de ocorrência do babaçu. Podemosobservar que 31,36% da área total da bacia são áreas potenciais de ocorrência. Os resultados permitem dizer que o fator que mais influencia a densidade do babaçu é otipo de manejo aplicado pelo agricultor. Dependendo do tipo de manejo a diversidade ea concentração do babaçu na bacia é eliminada ou aumentada. _______________________________________________________________________________ ABSTRACT |