Sonraí bibleagrafaíochta
| Príomhchruthaitheoir: |
Costa, Everaldo Batista da |
| Dáta a fhoilsithe: |
2008 |
| Formáid: |
Article
|
| Teanga: |
por |
| Foinse: |
Repositório Institucional da UnB |
| Download full: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/11798
|
Achoimre: |
Este artigo tem por principal objetivo discutir o que denominamos a “dialética da construção destrutiva” que envolve as cidades históricas consagradas como Patrimônio Mundial ou Patrimônio Cultural da Humanidade, no Brasil. Esta dialética se dá no próprio percurso de consagração do Patrimônio Cultural da Humanidade, quando temos, por um lado, a UNESCO, através da Convenção do Patrimônio Mundial, do Comitê do Patrimônio Mundial e da Lista do Patrimônio Mundial, como um organismo internacional de proteção que luta pela preservação inconteste dos bens culturais e naturais do mundo, e por outro lado, em contraposição, a tendência contemporânea de mercantilização, banalização e destruição dos espaços da história, da memória, da cultura, da natureza e da vida, ou seja, são dois processos que se estabelecem, dialeticamente, no percurso de consagração do patrimônio cultural da humanidade. Nossa crítica se deve ao caráter meramente estético e classista da apropriação dos bens culturais via turismo implantado, descompromissadamente, em algumas cidades históricas vivas brasileiras; na fetichização e cenarização progressiva evidenciadas nos espaços do patrimônio. A cidade histórica, ao ser tomada pela “indústria cultural” por via do turismo, é destituída de sua particularidade no fortalecimento do sentimento de pertencimento ao lugar e na edificação da cidadania. Ante ao frenesi pela Lista do Patrimônio Mundial, urge a implementação da gestão participativa dos bens culturais da humanidade. ________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT |