Análise bioética da esterilização em pessoas com deficiência intelectual

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Rueda Martínez, Gabriela
Rā whakaputa: 2015
Ētahi atu kaituhi: Façanha, Telma Rejane dos Santos, Silva, Lízia Fabíola Almeida, Garrafa, Volnei
Hōputu: Article
Reo: por
Puna: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/24047
https://dx.doi.org/10.1590/0103-1104201510600030024
Whakarāpopototanga: O estudo analisa a opinião de juízes, médicos, psicólogos, membros de Comitê de Ética em Pesquisa, familiares de deficientes intelectuais e público em geral, sobre a esterilização de deficientes intelectuais, que consta na Lei n° 9.263, de 23 de janeiro de 1996. Os dados foram analisados sob a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, da Unesco, considerando o princípio da autonomia e seus artigos 7 e 8. Conclui-se, com este estudo, que a lei requer ajustes e deve considerar princípios da bioética relacionados com os direitos humanos e a deficiência intelectual, que fundamentam a normativa desde esta perspectiva, constituindo fonte valiosa e mais segura para futuras tomadas de decisões.
Whakaahuatanga
Whakarāpopototanga:O estudo analisa a opinião de juízes, médicos, psicólogos, membros de Comitê de Ética em Pesquisa, familiares de deficientes intelectuais e público em geral, sobre a esterilização de deficientes intelectuais, que consta na Lei n° 9.263, de 23 de janeiro de 1996. Os dados foram analisados sob a Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos, da Unesco, considerando o princípio da autonomia e seus artigos 7 e 8. Conclui-se, com este estudo, que a lei requer ajustes e deve considerar princípios da bioética relacionados com os direitos humanos e a deficiência intelectual, que fundamentam a normativa desde esta perspectiva, constituindo fonte valiosa e mais segura para futuras tomadas de decisões.