Werner Heisenberg e a interpretação de Copenhague : a filosofia platônica e a consolidação da teoria quântica

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Leite, Anderson
Rā whakaputa: 2010
Ētahi atu kaituhi: Simon, Samuel
Hōputu: Article
Reo: por
Puna: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/10205
Whakarāpopototanga: Este artigo discute o uso que Werner Heisenberg faz da filosofia grega clássica no âmbito dos debates acerca da teoria quântica realizados na primeira metade do século xx. Para esse autor, a ciência foi determinada pelo influxo de duas correntes de pensamento que surgiram na Grécia antiga: o materialismo e o idealismo. A partir de tal clivagem, Heisenberg fundamenta sua crítica aos opositores da Interpretação de Copenhague, além de justificar filosoficamente suas próprias teses sobre a mecânica quântica. Apesar de suas concepções filosóficas não serem passíveis de uma sistematização completa, a relação que Heisenberg estabeleceu entre a filosofia grega e os problemas da teoria dos quanta acabou por resultar em uma interpretação da realidade física na qual é predominante um platonismo e um incipiente estruturalismo matemático.