O discurso jornalístico sobre privatizações e protestos nas ruas
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| 第一著者: | |
|---|---|
| 出版日付: | 2005 |
| フォーマット: | Article |
| 言語: | por |
| ソース: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/26426 https://dx.doi.org/10.1590/S0102-44502005000300006 |
要約: | O objetivo deste artigo é analisar o discurso jornalístico sobre privatizações e manifestações de protesto. Serão examinados editoriais e reportagens sobre a venda de três grandes estatais brasileiras: a Usiminas, a Vale do Rio Doce e a Telebrás. Foram selecionados textos dos seguintes jornais: Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, publicados no dia seguinte às privatizações. A pesquisa se orienta, entre outros, pelos trabalhos de Fairclough sobre discurso e sobre mídia; de Thompson sobre ideologia; de Fowler sobre o discurso da mídia. A metodologia de exame do corpus é a da análise de discurso crítica (Fairclough e Chouliaraki). Para concluir, mostrarei como, por meio da legitimação das vendas e da fragmentação dos manifestantes, o discurso jornalístico procura construir um senso comum favorável à privatização e de repúdio ao protesto popular nas ruas. |
| 要約: | O objetivo deste artigo é analisar o discurso jornalístico sobre privatizações e manifestações de protesto. Serão examinados editoriais e reportagens sobre a venda de três grandes estatais brasileiras: a Usiminas, a Vale do Rio Doce e a Telebrás. Foram selecionados textos dos seguintes jornais: Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Jornal de Brasília, publicados no dia seguinte às privatizações. A pesquisa se orienta, entre outros, pelos trabalhos de Fairclough sobre discurso e sobre mídia; de Thompson sobre ideologia; de Fowler sobre o discurso da mídia. A metodologia de exame do corpus é a da análise de discurso crítica (Fairclough e Chouliaraki). Para concluir, mostrarei como, por meio da legitimação das vendas e da fragmentação dos manifestantes, o discurso jornalístico procura construir um senso comum favorável à privatização e de repúdio ao protesto popular nas ruas. |
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