Estimulação Magnética Transcraniana na depressão: resultados obtidos com duas aplicações semanais
Furkejuvvon:
| Váldodahkki: | |
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| Almmustuhttinbeaivi: | 2004 |
| Eará dahkkit: | |
| Materiálatiipa: | Article |
| Giella: | por |
| Gáldu: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/26294 https://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462004000200006 |
Čoahkkáigeassu: | OBJETIVO: A Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) tem se mostrado útil como forma terapêutica para a depressão. Este artigo avalia os resultados da aplicação da EMT de baixa freqüência, duas vezes por semana, durante quatro semanas, em 10 pacientes com depressão, não responsivos ou intolerantes à utilização de antidepressivos. MÉTODOS: Trata-se de um estudo descritivo, ou não controlado, do tipo série de casos. Para diagnosticar a depressão, foram utilizados os critérios do DSM-IV. Com o intuito de avaliar uma possível melhora, utilizamos a escala de Hamilton-17 itens em três momentos: no início, meio e final do tratamento. Para análise estatística dos resultados, utilizamos o teste x², de Friedman. RESULTADOS: Foi observada melhora > 50% na escala em cinco pacientes e > 75% em três destes ao longo de todo o tratamento. CONCLUSÕES: O emprego da EMT de baixa freqüência, aplicada duas vezes por semana, pode ser seguro, prático e eficaz no tratamento da depressão, como um coadjuvante ao antidepressivo. Porém, não podemos afirmar se o efeito clínico apresentado se deve a uma potencialização dos antidepressivos ou a um efeito direto da EMT, já que esta não foi testada isoladamente. |
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