Desenvolvimento e validação da Escala de Conflitos Intragrupos - ECIG

Salvato in:
Dettagli Bibliografici
Autore principale: Silva, Narla Ismail Akel
Data di pubblicazione: 2010
Altri autori: Puente-Palacios, Katia
Natura: Article
Lingua: por
Fonte: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/27838
https://dx.doi.org/10.1590/S1413-82712010000200008
Riassunto: Este artigo descreve o processo de desenvolvimento e validação da Escala de Conflitos Intragrupos (ECIG). Os itens foram formulados a partir do modelo teórico bidimensional do conflito, segundo o qual tanto as desavenças relativas às tarefas quanto as relativas às relações interpessoais compõem o construto. Foram criados inicialmente 13 itens, respondidos em escala tipo Likert de 5 pontos, que passaram por processo de validação semântica e estatística. Na validação estatística, realizada com 200 estudantes de graduação e pós-graduação de instituições pública e privada, utilizou-se a análise fatorial (PAF, rotação oblíqua). A solução mais satisfatória encontrada foi a bifatorial, com 11 itens, divididos nos fatores conflito de tarefas e de relacionamento. Ambos alcançaram índices psicométricos adequados (α=0,82 e α=0,86 respectivamente) e incluíram conteúdos consistentes com o modelo teórico adotado, permitindo explicar 57,48% da variância do conflito. Implicações teóricas e práticas nas organizações, com o uso dessa escala, são discutidas.
Descrizione
Riassunto:Este artigo descreve o processo de desenvolvimento e validação da Escala de Conflitos Intragrupos (ECIG). Os itens foram formulados a partir do modelo teórico bidimensional do conflito, segundo o qual tanto as desavenças relativas às tarefas quanto as relativas às relações interpessoais compõem o construto. Foram criados inicialmente 13 itens, respondidos em escala tipo Likert de 5 pontos, que passaram por processo de validação semântica e estatística. Na validação estatística, realizada com 200 estudantes de graduação e pós-graduação de instituições pública e privada, utilizou-se a análise fatorial (PAF, rotação oblíqua). A solução mais satisfatória encontrada foi a bifatorial, com 11 itens, divididos nos fatores conflito de tarefas e de relacionamento. Ambos alcançaram índices psicométricos adequados (α=0,82 e α=0,86 respectivamente) e incluíram conteúdos consistentes com o modelo teórico adotado, permitindo explicar 57,48% da variância do conflito. Implicações teóricas e práticas nas organizações, com o uso dessa escala, são discutidas.