Correlação entre sinais e sintomas de incontinência urinária e auto estima em idosas
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Publication Date: | 2012 |
| Outros Autores: | , , |
| Formato: | Article |
| Idioma: | por |
| Fonte: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/11672 http://dx.doi.org/10.1590/S1809-98232012000100005 |
Resumo: | OBJETIVO: Identificar a prevalência de sinais e sintomas de incontinência urinária e sua relação com a autoestima de idosas. MÉTODO: A amostra foi constituída por 27 idosas, com média de idade de 67,59 (± 5,16), participantes do Curso Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) do Programa Gerontologia Social da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Foram utilizados três instrumentos para avaliação, sendo eles o Miniexame do estado mental, um instrumento específico elaborado para este estudo e o questionário de autoestima desenvolvido por Steglich. O tratamento estatístico foi descritivo e com testes não-paramétricos, com nível de significância de p<0,05. RESULTADOS: Foi observado que 44,4% das idosas apresentam perda de urina, destas, 58,33% perdem uma vez por semana, todas relatam perder pouca quantidade de urina e 66,7% apresentam perda há mais de um ano. A autoestima foi considerada baixa em 77,8% das idosas, mas não houve correlação entre a mesma e os sintomas de IU. CONCLUSÃO: A autoestima diminuída é uma condição frequente na população idosa e vários fatores podem contribuir para isso, porém na amostra estudada não foi possível identificar a contribuição da IU. |
| Resumo: | OBJETIVO: Identificar a prevalência de sinais e sintomas de incontinência urinária e sua relação com a autoestima de idosas. MÉTODO: A amostra foi constituída por 27 idosas, com média de idade de 67,59 (± 5,16), participantes do Curso Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI) do Programa Gerontologia Social da Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Foram utilizados três instrumentos para avaliação, sendo eles o Miniexame do estado mental, um instrumento específico elaborado para este estudo e o questionário de autoestima desenvolvido por Steglich. O tratamento estatístico foi descritivo e com testes não-paramétricos, com nível de significância de p<0,05. RESULTADOS: Foi observado que 44,4% das idosas apresentam perda de urina, destas, 58,33% perdem uma vez por semana, todas relatam perder pouca quantidade de urina e 66,7% apresentam perda há mais de um ano. A autoestima foi considerada baixa em 77,8% das idosas, mas não houve correlação entre a mesma e os sintomas de IU. CONCLUSÃO: A autoestima diminuída é uma condição frequente na população idosa e vários fatores podem contribuir para isso, porém na amostra estudada não foi possível identificar a contribuição da IU. |
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