Anar al contingut

A cartografia dos museus com acervos da diáspora africana no Brasil & a geopolítica da exclusão secular

Guardat en:
Dades bibliogràfiques
Autor principal: Anjos, Rafael Sanzio Araújo dos
Data de publicació: 2019
Altres autors: Santos, Deborah Silva, Anjos, Isabella C. de A. dos, Denis Filho, Richard
Format: Report
Idioma: por
Font: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/39386
Sumari: Estabelecer e reconhecer outras perspectivas para A compreensão dos séculos de tráfico, da escravidão e da diáspora africana como elementos formadores da configuração do mundo contemporâneo constituem pressupostos básicos para traçar um contexto mais adequado referente ao papel das culturas de matriz africana na formação dos territórios e dos povos em praticamente todos os continentes. Não podemos perder de vista que entre os principais entraves ao desempenho das populações de ascendência na África na sociedade dominante, se destaca a inferiorização destas em todos os seguimentos, sobretudo na escola, nas representações sociais e na ocupação territorial. Esta invisibilidade secular sistêmica que ignoram os povos e a territorialidade constituída tem como "pano de fundo" não oferecer modelos relevantes que ajudem a construir uma auto-imagem positiva, nem dar referência a sua verdadeira geografia e sua história no processo diaspórico secular.
Descripció
Sumari:Estabelecer e reconhecer outras perspectivas para A compreensão dos séculos de tráfico, da escravidão e da diáspora africana como elementos formadores da configuração do mundo contemporâneo constituem pressupostos básicos para traçar um contexto mais adequado referente ao papel das culturas de matriz africana na formação dos territórios e dos povos em praticamente todos os continentes. Não podemos perder de vista que entre os principais entraves ao desempenho das populações de ascendência na África na sociedade dominante, se destaca a inferiorização destas em todos os seguimentos, sobretudo na escola, nas representações sociais e na ocupação territorial. Esta invisibilidade secular sistêmica que ignoram os povos e a territorialidade constituída tem como "pano de fundo" não oferecer modelos relevantes que ajudem a construir uma auto-imagem positiva, nem dar referência a sua verdadeira geografia e sua história no processo diaspórico secular.