Por uma vida não colonizada : diálogo entre bioética de intervenção e colonialidade

Furkejuvvon:
Bibliográfalaš dieđut
Váldodahkki: Nascimento, Wanderson Flor do
Almmustuhttinbeaivi: 2011
Eará dahkkit: Garrafa, Volnei
Materiálatiipa: Article
Giella: por
Gáldu: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/9674
http://dx.doi.org/10.1590/S0104-12902011000200003
Čoahkkáigeassu: O objetivo deste trabalho é discutir algumas noções desenvolvidas pelos estudos sobre colonialidade originadas por um conjunto de pensadores(as) da América Latina acerca do modo como a Modernidade surgiu estruturada como uma maneira de arranjar o poder, o saber e o ser de modo que uma hierarquia entre centro e periferia, instalados em uma perspectiva colonial, organize nossa maneira de lidar com a política, com as ciências e – esse é o ponto principal que o trabalho sustentará – com a própria vida. A Bioética de Intervenção (BI), que tem como proposta politizar de modo ético e aplicado o modo de lidar com os conflitos biotecnocientíficos, sanitários, sociais e ambientais a partir da realidade latinoamericana, desenvolve uma linha de pesquisa que pode acolher as críticas e contribuições advindas dos estudos sobre a colonialidade, sobretudo no que diz respeito às bases conceituais relacionadas com as teorias éticas e epistemológicas que a sustentam. Entre estas, especificamente, o estudo discute as relações existentes entre o utilitarismo aceito pela BI por meio de um consequencialismo solidário e suas inter-relações com a ideia de colonialidade.