Utilização de adoçantes no Brasil : uma abordagem a partir de um inquérito domiciliar
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| Julkaisupäivä: | 2019 |
| Muut tekijät: | , , , , , , , , , , , , , |
| Aineistotyyppi: | Article |
| Kieli: | por |
| Lähde: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/36320 https://doi.org/10.1590/0102-311x00010719 http://orcid.org/0000-0002-4502-8467 http://orcid.org/0000-0002-1773-8111 http://orcid.org/0000-0001-6195-9301 http://orcid.org/0000-0003-0873-639X http://orcid.org/0000-0003-2298-0700 http://orcid.org/0000-0003-1876-6410 http://orcid.org/0000-0003-0455-9429 http://orcid.org/0000-0002-7566-7745 http://orcid.org/0000-0001-6180-7527 http://orcid.org/0000-0003-2400-536X http://orcid.org/0000-0001-6245-7522 http://orcid.org/0000-0003-3143-8315 http://orcid.org/0000-0001-7166-8444 http://orcid.org/0000-0002-4680-3197 http://orcid.org/0000-0002-3349-8541 |
Yhteenveto: | O objetivo foi estimar a prevalência do uso de adoçantes pela população adulta brasileira e características dos usuários. Análise de dados da Pesquisa Nacional de Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM, 2014), um inquérito nacional de base populacional. O desfecho de interesse foi o uso autorreferido de adoçantes entre brasileiros com 20 anos ou mais. As variáveis analisadas foram sexo, idade em anos completos, região do Brasil, escolaridade em anos completos e classificação econômica segundo o Critério Classificação Econômica Brasil da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP). Os indicadores das condições de saúde foram: relato de doença crônica não transmissíveis (DCNT), número de DCNT e índice de massa corporal (IMC). A prevalência do uso de adoçantes na população adulta brasileira foi de 13,4% (IC95%: 12,5-14,3), sendo maior entre as pessoas do sexo feminino e no grupo com 60 anos ou mais, nas regiões Nordeste e Sudeste, entre pessoas da classe econômica A/B e entre indivíduos obesos. As pessoas com doenças crônicas (em especial diabetes) foram as que mostraram maior prevalência de uso de adoçantes, sendo o uso maior quanto maior o número de comorbidades relatadas. A prevalência de uso de adoçantes foi de 13,4% e mostrou-se associada a características sociodemográficas e de saúde. |
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