Pensamento geossistêmico oriental (voz e reverberação)
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| Data de publicació: | 2007 |
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Sumari: | Teorias genuínas que, em tom holístico, votam-se à dinâmica e ao arranjo paisagísticos, apareceram no pensamento de autores alemães. Mas antes que (poucos anos à frente) recebessem o tratamento que viria a instituir epicentros franceses, são apropriadas pela ótica soviética. Há, portanto, uma versão teórica precedente ao insight antropocêntrico francês. E é essa versão oriental que consolidará o conceito de geossistema, firmando-o como instrumento prioritariamente operacional. Viktor Sochava, atuando desde o Instituto de Geografia de Irkutsk (leste siberiano), produz textos notáveis a respeito – publicações que o ocidente teve acesso graças ao periódico Soviet Geography (no qual fomos buscar registros). Contudo, por contingência de privação bibliográfica, a maioria dos pesquisadores brasileiros conhece apenas um texto de Sochava (aliás, feliz tradução de Carlos A. de F. Monteiro, editada em 1977). Destacaremos o pensamento deste que é um dos autores mais referidos em se tratando da teoria geossistêmica; mencionando, em seguida, o pensamento seu sucessor. Exemplificado pelo nome Beroutchachvili, o pensamento herdeiro de Sochava autoriza-nos a falar em escola soviética dos geossistemas – escola que, atrelada às circunstâncias geopolíticas, foi compelida à teorização fundamentalmente naturalista e com fins pragmáticos. Este artigo talvez reduza a rarefação de documentos que, em língua portuguesa, historiografem a Geografia russa. __________________________________________________________________________________ RÉSUMÉ |
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Viktor Sochava, atuando desde o Instituto de Geografia de Irkutsk (leste siberiano), produz textos notáveis a respeito – publicações que o ocidente teve acesso graças ao periódico Soviet Geography (no qual fomos buscar registros). Contudo, por contingência de privação bibliográfica, a maioria dos pesquisadores brasileiros conhece apenas um texto de Sochava (aliás, feliz tradução de Carlos A. de F. Monteiro, editada em 1977). Destacaremos o pensamento deste que é um dos autores mais referidos em se tratando da teoria geossistêmica; mencionando, em seguida, o pensamento seu sucessor. Exemplificado pelo nome Beroutchachvili, o pensamento herdeiro de Sochava autoriza-nos a falar em escola soviética dos geossistemas – escola que, atrelada às circunstâncias geopolíticas, foi compelida à teorização fundamentalmente naturalista e com fins pragmáticos. Este artigo talvez reduza a rarefação de documentos que, em língua portuguesa, historiografem a Geografia russa. __________________________________________________________________________________ RÉSUMÉThéories génuines qui, dans un accent holistique, se dédient à la dynamique et à l’arrangement paysager, sont apparues chez la pensée d’auteurs allemands. Mais ces théories avant recevoir (peu d’années après) le traitement, lequel instaurerait des épicentres français, sont saisies par l’optique soviétique. Il y a donc une version précédente de l’intuition anthropocentrique française. Cette version orientale c’est juste celle qui consolidera le concept de géosystème, en lui établissant en tant qu’outil spécialement opérationnel. Viktor Sochava, en effectuant ses études auprès de l’Institut de Géographie de Irkutsk (dans l’est sibérien), a produit des textes remarquables à propos – des publications que l’occident a eu accès grâce à la revue Soviet Geography (dans laquelle nous les avons trouvé). Cependant, à cause de la contingence d’un défaut bibliographique, la plupart des géographes brésiliens ne connaissent qu’un seul article de Sochava (d’ailleurs, une traduction très bienvenue de Carlos A. de F. Monteiro, parue en 1977). Nous détacherons la pensée de ce qui est un auteur de référence en ce qui concerne la théorie géosystémique; en mentionnant, ensuite, la pensée qui lui succède. Exemplifiée par le nom Beroutchachvili, la pensée héritière de Sochava nous autorise à parler d’une “école soviétique” des géosystèmes – celle qui, attelée aux circonstances géopolitiques, a été entraînée vers une théorisation dont la pierre angulaire et le but étaient, respectivement, naturaliste et pragmatique. Peut-être cet article-là pourra amenuiser la raréfaction des documents qui, en langue portugaise, historiographent la Géographie russe.Este artigo está licenciado sob a Licença Creative Commons - BY-NC-ND Brasil 2.5info:eu-repo/semantics/openAccessPensamento geossistêmico oriental (voz e reverberação)Pensée géosystémique orientale (voix et réverbération)info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/articleEscola soviéticaModelo geossistêmicoPerspectiva pragmáticaViktor SochavaNicolas Beroutchachviliporreponame:Repositório Institucional da UnBinstname:Universidade de Brasília (UnB)instacron:UNBORIGINALARTIGO_PensamentoGeossistêmicoOriental.pdfARTIGO_PensamentoGeossistêmicoOriental.pdfapplication/pdf119770http://repositorio2.unb.br/jspui/bitstream/10482/6707/1/ARTIGO_PensamentoGeossist%c3%aamicoOriental.pdf0a0cf5957de3252830b9376501674aafMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain1866http://repositorio2.unb.br/jspui/bitstream/10482/6707/5/license.txt9da892f02ca9e0e56f1c796857fdbcb1MD55open accessTEXTARTIGO_PensamentoGeossistêmicoOriental.pdf.txtARTIGO_PensamentoGeossistêmicoOriental.pdf.txtExtracted texttext/plain54091http://repositorio2.unb.br/jspui/bitstream/10482/6707/6/ARTIGO_PensamentoGeossist%c3%aamicoOriental.pdf.txt70cc1ba5790e2fdbe6df87087079962dMD56open access10482/67072023-05-26 21:32:49.481open accessoai:repositorio.unb.br:10482/6707TGljZW5zZSBncmFudGVkIGJ5IFN1ZWxlbiBTaWx2YSBkb3MgU2FudG9zIChzdWVsZW51bmJAeWFob28uY29tLmJyKSBvbiAyMDExLTAxLTI3VDE2OjU4OjE4WiAoR01UKToKCsOJIG5lY2Vzc8OhcmlvIGNvbmNvcmRhciBjb20gYSBsaWNlbsOnYSBkZSBkaXN0cmlidWnDp8OjbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2YSwKYW50ZXMgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIHBvc3NhIGFwYXJlY2VyIG5vIFJlcG9zaXTDs3Jpby4gUG9yIGZhdm9yLCBsZWlhIGEKbGljZW7Dp2EgYXRlbnRhbWVudGUuIENhc28gbmVjZXNzaXRlIGRlIGFsZ3VtIGVzY2xhcmVjaW1lbnRvIGVudHJlIGVtCmNvbnRhdG8gYXRyYXbDqXMgZGU6IHJlcG9zaXRvcmlvQGJjZS51bmIuYnIgb3UgMzMwNy0yNDExLgoKTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkFvIGFzc2luYXIgZSBlbnRyZWdhciBlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBvL2EgU3IuL1NyYS4gKGF1dG9yIG91IGRldGVudG9yIGRvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcik6CgphKSBDb25jZWRlIMOgIFVuaXZlcnNpZGFkZSBkZSBCcmFzw61saWEgbyBkaXJlaXRvIG7Do28tZXhjbHVzaXZvIGRlCnJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhYmFpeG8pLCBjb211bmljYXIgZS9vdQpkaXN0cmlidWlyIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8vYWJzdHJhY3QpIGVtCmZvcm1hdG8gZGlnaXRhbCBvdSBpbXByZXNzbyBlIGVtIHF1YWxxdWVyIG1laW8uCgpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqSBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwsIGUgcXVlCmRldMOpbSBvIGRpcmVpdG8gZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIERlY2xhcmEKdGFtYsOpbSBxdWUgYSBlbnRyZWdhIGRvIGRvY3VtZW50byBuw6NvIGluZnJpbmdlLCB0YW50byBxdWFudG8gbGhlIMOpCnBvc3PDrXZlbCBzYWJlciwgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgcXVhbHF1ZXIgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlLgoKYykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgY29udMOpbSBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yLCBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYXV0b3JpemHDp8OjbyBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MKZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IgcGFyYSBjb25jZWRlciDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgZGUgQnJhc8OtbGlhIG9zIGRpcmVpdG9zCnJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MgZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZQp0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbyBubyB0ZXh0byBvdQpjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLgoKU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8KcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgZGUgQnJhc8OtbGlhLCBkZWNsYXJhIHF1ZQpjdW1wcml1IHF1YWlzcXVlciBvYnJpZ2HDp8O1ZXMgZXhpZ2lkYXMgcGVsbyByZXNwZWN0aXZvIGNvbnRyYXRvIG91CmFjb3Jkby4KCkEgVW5pdmVyc2lkYWRlIGRlIEJyYXPDrWxpYSBpZGVudGlmaWNhcsOhIGNsYXJhbWVudGUgbyhzKSBzZXUgKHMpIG5vbWUgKHMpCmNvbW8gbyAocykgYXV0b3IgKGVzKSBvdSBkZXRlbnRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8KZW50cmVndWUsIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgcGFyYSBhbMOpbSBkYXMgcGVybWl0aWRhcyBwb3IKZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.unb.br/oai/requestrepositorio@unb.bropendoar:2023-05-27T00:32:49Repositório Institucional da UnB - Universidade de Brasília (UnB) |
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