Stratigraphy of the Southern part of the Sergipano Belt, NE Brazil : tectonic implications
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|---|---|
| Publication Date: | 1995 |
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| Format: | Article |
| Language: | eng |
| Source: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/10218 |
Summary: | A Faixa Sergipana (NE, Brasil) é uma cunha orogenética de direção geral ESE-WNW e que foi polideformada/metamorfisada em consequencia da colisão entre o Macifo Pernambuco- Alagoas, a norte, e o Cráton de São Francisco, a sul, no Ciclo Brasiliano, há cerca de 700-600 Ma, A partir de estudos anteriores em escala regional a faixa e dividida, de sul para norte, em tres domínios litotectônicos longitudinals, respectivamente assemelhados a pilhas de rochas sedimentares e vulcanicas construidas em ambiente cratdnico, miogeoclinal e eugeoclinal separados por falhas reversas, em geral de alto angulo, que indicam transporte de topo para SSW com transcorrgncia associada. Na parte norte da faixa são ainda individualizados dois outros domfnios de rochas fgneas e um domfnio de migmatitos e gnaisses. Modelos divergentes de evolução tectônica foram produzidos para a faixa, com base em interpretações a favor e contra a continuidade lateral entre os metasedimentos. Estudos litoestratigrdficos-estruturais realizados em escala de detalhe (1987-1995) em drea de 4000km2 circundando dois domos gnáissicos de embasamento e englobando a interface entre o craton, miogeoclinal e eugeoclinal, na parte sul da faixa Sergipana, revelam: (1) uma nova litoestratigrafia das rochas depositadas nos dois domínios mais a sul, distinta daquela dos estudos anteriores; (2) evidencias sedimentológicas, estruturais, metamórficas e geofísicas inequívocas a favor da continuidade entre os três domínios, através das suas falhas de borda; (3) a parte superior da seção da cobertura cratonica compreende uma sequencia de argilito, siltito, arenito, arcósio e grauvação lítica, com granulometria crescente para o topo; esta seção passa gradativamente a metasiltito e filito depositados na bacia, onde ocorre sobreposta ao grupo basal e sotoposta a diamictitos e carbonates do grupo superior, todos depositados em tomo dos domos de embasamento que ocupam o nucleo de antiformes regionais; (4) as caracteristicas sedimentológicas e o posicionamento estratigráfico inequívoco da sequência de granulometria crescente para o topo descartam modelos tipo bacia foreland anteriormente adotados para explicar o topo da seção da cobertura cratônica adjacente a Faixa Sergipana. Os dados permitem interpretar que o preenchimento da bacia precursora se deu em regime de sedimentação controlada por tectônica, no qual os domos de embasamento provavelmente atuaram como paleo-altos e as falhas regionais limitantes dos domínios (meta)vulcano-sedimentares sao provdveis falhas normals originais, que foram positivamente invertidas na fase de fechamento da bacia. A origem da parte superior da cobertura cratônica, cuja deve ser atribuída ao soerguimento e erosao de fonte a sul, e os controles tectonicos da sedimentacao, implicam consideravelmente para a evolução da Faixa Sergipana e do Cráton de São Francisco. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT |
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