Bibliographic Details
| Main Author: |
Guedes, Cristiano |
| Publication Date: |
2007 |
| Other Authors: |
Diniz, Debora |
| Format: |
Article
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| Language: |
por |
| Source: |
Repositório Institucional da UnB |
| Download full: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/14981
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Summary: |
Este artigo discute um caso de discriminação genética envolvendo uma atleta brasileira de voleibol identificada como portadora do traço falciforme. O traço falciforme é uma das características genéticas mais prevalentes na população brasileira, mas não é descrito como uma doença genética. O avanço da genética clínica vem provocando uma popularização dos testes genéticos em diferentes contextos de promoção da saúde. Ao criticar o argumento da Confederação Brasileira de Vôlei de que o exame para o traço falciforme seria uma medida de proteção à saúde dos atletas, o objetivo do artigo foi demonstrar como a popularização da informação genética não pode prescindir do aconselhamento genético e de garantias éticas. A análise mostrou que a exclusão da atleta da seleção oficial de vôlei não se justificou por medidas de proteção à saúde, mas por discriminação genética. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT |