Se o mundo vai acabar, por que deveríamos reagir? : a agenda da educação ambiental no limiar do colapso ambiental
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
|---|---|
| Rā whakaputa: | 2024 |
| Ētahi atu kaituhi: | |
| Hōputu: | Book |
| Reo: | por |
| Puna: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/50784 https://orcid.org/0000-0002-7684-7334 |
Whakarāpopototanga: | Partimos da premissa de que o próprio vocabulário colapsista em si também é uma evidência de que o tempo presente já se defronta com o limiar inicial do soçobramento das estruturas biosféricas de sustentação da vida no planeta. Data deste século a popularização de novos termos no vocabulário ambientalista: Antropoceno, Sexta Extinção em Massa, Ecocídio, Estado de Emergência Climática, Limiares Planetários, Ponto de Não-Retorno, Eco-Ansiedade, Solastalgia, Desobediência Civil e Princípio da Precaução, por exemplo. Neste sentido, um primeiro propósito da pesquisa foi o de explorar cada um dos novos termos colapsistas, para montar um quadro conceitual que dê conta da complexidade do que seja o Colapso Ambiental. Um segundo propósito foi de buscar caracterizar um perfil do ‘sujeito colapsista’, sob quais formas aparecem não só as narrativas, mas também os personagens e suas práticas sociais que – como os Profetas do Apocalipse – avisavam que a civilização moderna criaria a sua própria ruína ao submeter a natureza a tal exploração. A partir de Pablo Servigne, em diálogo com as ferramentas conceituais de Foucault e a Análise Crítica de Discurso de Fairclough, recorremos ao Princípio Responsabilidade de Jonas na Sociedade de Risco de Beck como um enquadramento conceitual para situar os fundamentos colapsistas e a ação do Ambientalismo Radical, na compreensão da perda de controle da modernidade tardia sob seus próprios (d)efeitos. |
Ngā tūemi rite: Se o mundo vai acabar, por que deveríamos reagir? : a agenda da educação ambiental no limiar do colapso ambiental
- Diagnósticos de percepção ambiental : o que pensam os alunos da Faculdade UnB Planaltina sobre gestão ambiental e sustentabilidade universitária
- Esperança verde na Faculdade UnB Planaltina : um campus universitário modelo em gestão ambiental : aprendizagens e perspectivas
- El cuento de nunca acabar
- Economia ambiental e ecologia : a proximidade se limita ao prefixo?
- Modelos de colonização e colapso
- No limiar tênue entre teoria e realidade, sazonalidade e caos em sistemas planctônicos
