Building infrastructure and operating-technological options in post-COVID-19 oral health care
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| Autor principal: | |
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| Fecha de Publicación: | 2020 |
| Otros Autores: | , , |
| Formato: | Article |
| Lenguaje: | eng |
| Fuente: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/40008 https://orcid.org/0000-0002-4696-0862 https://orcid.org/0000-0001-9249-7955 https://orcid.org/0000-0002-8781-9857 https://orcid.org/0000-0002-4560-4524 |
Sumario: | Durante a pandemia de COVID-19, as preocupações sobre o impacto do aerossol gerado em procedimentos odontológicos na disseminação da doença levaram a medidas adicionais de controle de infecção que permanecerão como parte da rotina de biossegurança após o fim da pandemia. Este artigo aborda um tema pouco discutido que diz respeito à necessidade de adequação do espaço físico e das escolhas tecnológico-operacionais para a assistência odontológica pós-COVID19. A arquitetura atual de espaços de atendimento odontológico em unidades de ensino e serviços públicos de saúde permite o atendimento de vários pacientes simultaneamente. Porém, aerossóis são produzidos rotineiramente durante procedimentos odontológicos, com possibilidade real de contaminação entre diferentes pacientes. Dessa forma, apresentamos perspectivas e sugestões para a readequação desses espaços para unidades de ensino e serviços públicos de saúde no curto, médio e longo prazo e também para a utilização dos recursos das Tecnologias da Informação e Comunicação e da odontologia minimamente invasiva. |
| Sumario: | Durante a pandemia de COVID-19, as preocupações sobre o impacto do aerossol gerado em procedimentos odontológicos na disseminação da doença levaram a medidas adicionais de controle de infecção que permanecerão como parte da rotina de biossegurança após o fim da pandemia. Este artigo aborda um tema pouco discutido que diz respeito à necessidade de adequação do espaço físico e das escolhas tecnológico-operacionais para a assistência odontológica pós-COVID19. A arquitetura atual de espaços de atendimento odontológico em unidades de ensino e serviços públicos de saúde permite o atendimento de vários pacientes simultaneamente. Porém, aerossóis são produzidos rotineiramente durante procedimentos odontológicos, com possibilidade real de contaminação entre diferentes pacientes. Dessa forma, apresentamos perspectivas e sugestões para a readequação desses espaços para unidades de ensino e serviços públicos de saúde no curto, médio e longo prazo e também para a utilização dos recursos das Tecnologias da Informação e Comunicação e da odontologia minimamente invasiva. |
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