Análise prospectiva para ouro nas regiões Ouro Roxo-Cantagalo e Chico Torres, Província Mineral do Tapajós
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| Autore principale: | |
|---|---|
| Data di pubblicazione: | 2011 |
| Altri autori: | , , |
| Natura: | Article |
| Lingua: | por |
| Fonte: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/28025 https://dx.doi.org/10.1590/S0102-261X2011000100010 |
Riassunto: | Modelagem espacial (lógica fuzzy) foi empregada para a previsão de áreas potenciais à exploração aurífera na Província Mineral do Tapajós (PMT -Amazônia brasileira), especificamente nas regiões aqui denominadas Ouro Roxo-Cantagalo e Chico Torres. Os dados utilizados compreendem os aerogeofísicos e de imagens SAR-R99B. O processamento dos dados aerogeofísicos permitiu a geração de imagens como as do potássio anômalo, parâmetro F, razões e normalização de radioelementos e a amplitude do sinal analítico do campo magnético anômalo, enquanto que imagens SAR foram empregadas para a etapa de fotointerpretação. A partir da geração de modelos hipotéticos para mineralizações de ouro nas regiões das zonas de cisalhamento Ouro Roxo-Cantagalo e Chico Torres, imagens geofísicas e interpretações, quando convenientes, foram selecionadas para a geração de modelos prospectivos por meio da lógica fuzzy, enquanto que as ocorrências de ouro já conhecidas foram usadas para avaliar a qualidade dos resultados modelados. As principais contribuições desta pesquisa incluem a observação de assinaturas gamaespectrométricas potenciais, um refinamento interpretativo dos dados digitais e melhoramento de informações apresentadas nos mapas geológicos atuais. Os resultados das modelagens prospectivas para as regiões Ouro Roxo-Cantagalo e Chico Torres a partir da lógica fuzzy exemplificam a geração de modelos exploratórios regionais para a cartografia e seleção de áreas com potencial para mineralizações de ouro, podendo esta metodologia ser estendida a outras regiões da PMT, utilizando-se os dados aerogeofísicos atualmente disponíveis pelo Serviço Geológico do Brasil e as imagens SAR do Centro Técnico Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM). |
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