A violência adolescente e as complexidade do agir
-д хадгалсан:
| Үндсэн зохиолч: | |
|---|---|
| Хэвлэлийн огноо: | 2013 |
| Бусад зохиолчид: | |
| Формат: | Article |
| Хэл сонгох: | por |
| Эх сурвалж: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/24550 |
Тойм: | Considerando a violência como sendo o exercício da força sem levar em consideração alguém ou alguma coisa, pode-se afirmar que a adolescência é um período caracterizado por aspectos violentos. Não somente no que se refere aos casos de atuação desta, como também pela violência interna pubertária. O adolescente se vê diante de mudanças corporais, sociais e psíquicas. O corpo, outrora infantil e familiar, agora é púbere e estranho. Há também a revivescência do Complexo de Édipo e, como nos mostra Freud, a forma de lidar com o incesto é uma forma de lidar com a lei. Observam-se, ainda, falhas ansiogênicas no quadro de referência que poderá ser buscado pela via da atuação em outro lugar. Nesta pesquisa multimetodológica com abordagem qualitativa, foram realizados grupos focais e entrevistas semiestruturadas com adolescentes em situação de internação, de liberdade assistida e semiliberdade. Constatou-se que a violência protagonizada pelos adolescentes revela, principalmente, sua forma de defesa perante uma vivência de traumatismos e angústias. Providenciar suporte e apoio a estes adolescentes pode ajudá-los a se sentir mais seguros e, assim, diminuir a violência atuada por eles. A escola e as instituições de referência podem se constituir em um vínculo fundamental, instaurador de reflexão construtiva acerca das relações e dos atos cometidos. |
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