Public-private relation in the Brazilian policy of tertiary care for cardiovascular conditions
Sábháilte in:
| Príomhchruthaitheoir: | |
|---|---|
| Dáta a fhoilsithe: | 2019 |
| Rannpháirtithe: | , , |
| Formáid: | Article |
| Teanga: | por eng |
| Foinse: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/36239 https://doi.org/10.1590/0034-761220170179x http://orcid.org/0000-0002-1224-4286 http://orcid.org/0000-0001-5234-5172 http://orcid.org/0000-0001-9000-3296 http://orcid.org/0000-0003-3082-6180http://orcid.org/0000-0002-1224-4286 http://orcid.org/0000-0003-3082-6180 |
Achoimre: | A saúde especializada no Brasil é oferecida pelo setor privado sob regulamentação e financiamento públicos desde a década de 1950, mantendo-se após a promulgação da Constituição Federal de 1988, quando foi criado o Sistema Único de Saúde (SUS). Nas últimas décadas a participação do setor privado aumentou no atendimento terciário, inclusive nos serviços cardiovasculares, gerando mudanças no SUS. Este estudo analisa a relação público-privada na Política Nacional de Atenção Cardiovascular de Alta Complexidade de 2008 a 2014. Os resultados indicam que, comparativamente ao setor público, o setor privado responde por uma maior participação tanto no atendimento terciário para condições cardiovasculares quanto no recebimento de recursos para o fornecimento de serviços de saúde. Isso aponta para uma contradição na gestão do sistema de saúde no Brasil, que, apesar de público, universal e livre, tem privilegiado o setor privado. |
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