Incorporção do saber de parteiras e benzedeiras às práticas de saúde
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Data de Publicação: | 2008 |
| Formato: | Artigo |
| Idioma: | por |
| Fonte: | Repositório Institucional da UnB |
| Texto Completo: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/1770 |
Resumo: | Introdução: O presente artigo discute os resultados de uma pesquisa que visou explicitar a base epistemológica que ancora o cuidado das parteiras e benzedeiras, à luz da teoria crítica pós-moderna de oposição, de Boaventura de Sousa Santos. Para melhor compreensão do assunto, apresenta-se uma breve revisão acerca do pensamento do autor, da sociologia das ausências, da sociologia das Emergências e do trabalho de tradução. Método: A pesquisa de campo foi viabilizada por meio de estudo exploratório de abordagem qualitativa realizado no Distrito Federal e região de entorno. Utilizou-se a técnica de entrevista guiada com roteiro semiestruturado. Resultados: A apresentação dos resultados da pesquisa visa credibilizar o saber/fazer dos sujeitos do estudo como uma contribuição ao estudo das monoculturas do saber e do tempo. Conclusão: Considera-se que a diversidade e flexibilidade epistemológica no campo da saúde podem ampliar as redes de cuidado, favorecendo uma epistemologia de conhecimento solidário. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT |
