Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
| Kaituhi matua: |
Diniz, Debora |
| Rā whakaputa: |
2003 |
| Hōputu: |
Article
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| Reo: |
por |
| Puna: |
Repositório Institucional da UnB |
| Download full: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/14986
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Whakarāpopototanga: |
O princípio ético da autonomia reprodutiva é um dos eixos fundamentais das teorias bioéticas. As técnicas de diagnóstico pré-natal e o avanço da genética vêm ampliando o leque das possibilidades de escolha reprodutiva, permitindo, por exemplo, a seleção em casos de diagnóstico de má-formação fetal. Neste artigo, o caso da surdez será analisado, em especial o argumento da comunidade Surda que defende a preferência pelo nascimento de crianças surdas como forma de manutenção da identidade cultural surda. O argumento culturalista dessa comunidade, o de que a surdez não deve ser considerada uma deficiência, é discutido, sendo ponderado em que medida as decisões reprodutivas de futuros pais podem limitar o desenvolvimento de seus futuros filhos. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT |