Arte libertária: o grafite e a pixação como meio de protesto
I tiakina i:
| Kaituhi matua: | |
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| Rā whakaputa: | 2017 |
| Hōputu: | Bachelor thesis |
| Reo: | por |
| Puna: | Repositório Institucional da UPF |
| Download full: | https://repositorio.upf.br/handle/123456789/4212 |
Whakarāpopototanga: | O presente trabalho apresenta as questões do grafite e da pixação, mais especificamente analisando como ambos são usados como uma forma de protesto, nos aspectos estudantil, político e social. Nos apropriaremos de vários estudos teóricos, entre eles, autores como: Paulo Freire, Michel Justamand, Celso Gitahy, Teresa do Rio Caldeira entre outros, para apresentar a questão histórica das duas intervenções, seu surgimento no Brasil e no restante do mundo e as diferenças, e como a mesma pode ser usada como forma de libertação dos homens. Será apresentado um dos profissionais mais reconhecidos dentro da pichação e também do grafite e suas trajetórias no cotidiano contemporâneo em que estão inseridos. Refletimos também com base nas referências sobre as discussões acerca desses trabalhos, e o que os mesmos tem a dizer, sendo apropriados como forma de reinvindicação por direitos, igualdade e outras questões, como essas intervenções se fazem presentes no cotidiano dos espaços urbanos, sendo uma forma de voz dos que são invisíveis dentro da sociedade, contemporânea e a libertação que os mesmos buscam a partir de seus trabalhos criados, se apropriando da cidade e a transformando em galeria a céu aberto, democrática e livre, uma exposição ao ar livre, disponível e acessível a todos. |
