Autonomia, autoridade e formação moral em Kant e Piaget
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| Hovedforfatter: | |
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| Publication Date: | 2015 |
| Format: | Master thesis |
| Sprog: | por |
| Source: | Repositório Institucional da UPF |
| Download full: | https://repositorio.upf.br/handle/123456789/2159 |
Summary: | O presente estudo insere-se no campo da Filosofia de Educação, com o objetivo de discutir o papel do adulto e do grupo no processo de formação do sujeito moral em Kant e Piaget. A problemática da pesquisa centra-se na seguinte questão: o que significa educar para a autonomia e a moralidade nos estudos de Kant e do Jovem Piaget? O tratamento da questão pressupõe a investigação do modo como Kant e Jean Piaget compreenderam o exercício da autoridade nas relações pedagógicas e sociais. Para tanto, realiza-se a pesquisa centrando o estudo sobre passagens das obras Sobre a Pedagogia de Kant, Kant & a Educação de Dalbosco, Sobre a Pedagogia e O Juízo moral na criança de Jean Piaget. Acredita-se que parte significativa das teses de Kant em torno da formação moral infantil se mantém atual, em consonância com as pesquisas experimentais e empíricas da psicologia genética realizadas pelo Jovem Piaget. O aspecto central do texto está no desenvolvimento da autonomia e formação moral infantil, frente à tensão entre heteronomia e autonomia na relação entre crianças e adultos. Para Kant e Piaget a consciência moral infantil não é inata, ou seja, ela resulta do desenvolvimento racional e das relações sociais estabelecidas entre pessoas. Contudo, Kant propõe a relação entre adultos e crianças, enquanto Piaget defende as relações das crianças com seus pares da mesma idade, considerando a existência de sociedades infantis espontâneas . Para Piaget, essas relações infantis desenvolvem-se de forma muito importante na reciprocidade e na cooperação, aspectos fundamentais na formação da moralidade e do próprio pensamento |
