Praxias ideomotoras : estratégia prática de atividade física para melhorar a memória declarativa no processo de envelhecimento
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| Publication Date: | 2020 |
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| Format: | Book |
| Language: | por |
| Source: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | https://repositorio.unb.br/handle/10482/39439 |
Summary: | Introdução: Diversas modificações são apontadas quanto ao envelhecimento, causando maior ou menor limitação imposta pelo decorrer dos anos. Dentre essas, pode-se destacar os diferentes graus de declínio cognitivo, particularmente da memória, podendo comprometer as atividades diárias e na funcionalidade do sujeito. Estudos demonstram associação entre os níveis de concentração sérica de cortisol e o estresse imposto pelo exercício sobre este. Porém, encontram-se escassos trabalhos que referencie o desempenho em aspectos cognitivos de memória declarativa e cortisol sobre o exercício físico na água com movimentos automáticos e práxicos e de intensidade moderada. Objetivo: Verificar o efeito do exercício agudo baseado em atividade física práxica e automática sobre o desempenho de memória visual declarativa e nas concentrações séricas de cortisol no processo de envelhecimento em sujeitos fisicamente ativos. Materiais e Métodos: Constrói-se uma pesquisa caracterizada como transversal, com uma amostra inicialmente de 32 sujeitos fisicamente ativos com faixa etária compreendidas entre 51 e 74 anos, divididas em dois grupos de exercício (Grupo de Marcha automática – GMA e o Grupo de Marcha Práxica – GMP). Utilizará ainda de uma amostragem probabilística e não aleatória para seleção da amostra. Utilizou-se o MEEM (Mini Exame do Estado Mental) para verificar o estado cognitivo geral (BRUCKI et al., 2003), o teste de acuidade visual - cartela optótipos “E” de Rasquin (ARIPPOL et al., 2006) e ainda foi utilizado o teste de memória visual declarativa proposto por Nitrini et al. (1994), aplicando-se antes da estimulação motora, imediatamente após e após 48 horas da prática, para verificação do efeito tardio; assim, como a realização da coleta sanguínea com 2 ml para análise do hormônio de cortisol. Resultados: Os dois grupos de exercício apresentaram melhoras imediatamente após o estímulo (GMA = 14,7% e GMP = 10,6%), porém não foram observadas variações significativas, porém o GMA manteve-se melhoras significativas (p<0,05) quanto aos efeitos tardios (48 horas após). Quanto ao cortisol, as atividades foram moduladoras, diminuindo as concentrações na corrente sanguínea, sendo para o GMA mais efetiva (p<0,05). Conclusão: Pode-se atribuir nesse sentido, que ambas as atividades podem ser recomendadas para prática habitual em adultos velhos e idosos, observando que no que se concerne aos efeitos agudos tanto a marcha automática, quanto a práxica produzem respostas positivas para memória visual declarativa, como também foram capazes de modular os níveis de cortisol, causando imediatamente após o estímulo menor estresse. Mesmo assim, cabe-se investigar maiores efeitos produzidos pelo o exercício práxico e automático no meio aquático sobre as alterações cognitivas provocadas pelo o envelhecimento. |
