Planos utópicos : concretude e subjetividade da cidade

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Melo, Havane Maria Bezerra de (org.)
Fecha de Publicación: 2024
Otros Autores: Araújo, Nivalda Assunção de (org.)
Formato: Book
Lenguaje: por
Fuente: Repositório Institucional da UnB
Download full: http://repositorio.unb.br/handle/10482/50878
https://orcid.org/0000-0003-1284-1635
https://orcid.org/0000-0003-2510-0617
Sumario: O GEPPA/CNPq – Grupo de Estudos, Pesquisas e Práticas Artísticas, dedicado a abordagens práticas e teóricas em diversas linguagens artísticas, amplia o estudo da arte contemporânea, explorando o espaço em suas múltiplas dimensões, conectando-o ao corpo, natureza, cidade e linguagem. Composto por pesquisadores, professores da Universidade de Brasília (UnB); Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB); da Universidade Federal de Uberlândia (UFU); do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), bem como por discentes do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília e bolsistas de Iniciação Científica. O grupo promove diálogos entre linguagens artísticas, consolidando-se por meio de atividades culturais, exposições, oficinas e publicações. Suas pesquisas se dividem em três linhas: cidade e natureza, linguagem e matéria, corpo e memória, explorando o conceito de espaço. O GEPPA busca amalgamar essas questões em uma investigação coletiva, construindo um pensamento fundamentado na partilha de linguagens e na construção de pensamentos analíticos sobre o fazer artístico. Planos utópicos, exposição realizada no Museu Universitário de Arte (MUnA) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), entre 25 de agosto a 22 de outubro de 2023, elege Brasília como lugar de encontro, celebração e problematização da materialidade e imaginário de uma urbe projetada e construída desde um desenho ideal. Brasília, um ponto de paragem de vidas e subjetividades de artistas/pesquisadores que escolheram a Universidade de Brasília (UnB) como morada, campo de estudo e experimentação artística para explorarem seus repertórios em conexão prolongada com o microcosmo acadêmico e com esse outro coletivo cheio de nuances, a cidade utópica. Como coordenadora do GEPPA e artista participante da exposição que conta com a curadoria de Capra Maia, convoco memórias e comunhões técnicas que vão do meu lugar como professora e interlocutora destes artistas para mais uma cena inaugural que é esse nosso movimento coletivo, cheio de afeto, de produção e circulação de obras, pensamentos e corpos pelo mundo, agora na minha terra, Minas Gerais. Nivalda Assunção Coordenadora do GEPPA