Size variations of the vestibula of Krithe gnoma DO CARMO & SANGUINETTI, 1999 (Ostracoda) : a new procedure for their analysis
Tallennettuna:
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| Julkaisupäivä: | 2009 |
| Muut tekijät: | , , |
| Aineistotyyppi: | Article |
| Kieli: | eng |
| Lähde: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/20268 |
Yhteenveto: | A espécie Krithe gnoma foi descrita a partir de sedimentos do Holoceno da margem continental do Brasil onde a mesma ocorre da plataforma ao talude. Nesta margem continental, a distribuição desta espécie é restrita a áreas de influência da corrente das Malvinas entre latitudes de 32°11'/22°31'S. K. gnoma foi selecionada para ser utilizada no presente estudo devido a excelente resolução alcançada no imageamento do vestíbulo anterior. Desta forma, K. gnoma foi utilizada para medir as diferenças de tamanho do vestíbulo e para avaliar a relação entre o tamanho do vestíbulo e a quantidade de oxigênio dissolvido na água do mar nas áreas de coleta. Valvas de fêmeas adultas foram comparadas e analisadas através das medições dos tamanhos do vestíbulo anterior. Os resultados mostram que o vestíbulo das valvas direita e esquerda de uma mesma carapaça são distintos. Neste caso, a valva maior apresenta também o maior vestíbulo. Um estágio gerôntico do 8°. Instar e, por isso com tamanho de valva maior do que aqueles das outras valvas do 7°. Instar, apresenta o menor tamanho do vestíbulo. Com a análise das valvas esquerdas do 7°. Instar, coletadas em distintas localidades, tornou-se aparente que existiam diferenças consistente no tamanho do vestíbulo. Neste caso, foi possível observar uma relação inversamente proporcional entre o tamanho do vestíbulo o conteúdo de oxigênio. No entanto, considerando a pobreza do fator de correlação (R2<<1), estes resultados não são válidos para se avaliar a hipótese de PEYPOUQUET. Mesmo assim, está claramente mostrado que há variações do vestíbulo de K. gnoma. Neste sentido, vale salitentar que é importante avaliar as variações do vestíbulo em espécies de Krithe seguindo o procedimento aqui sugerido. Pois, desta forma pode-se evitar variações de tamanho devido a ontogenia, dimorfismo e aqueles relacionados a tamanhos de valvas distintos. Estes resultados mostram que variações do vestíbulo são potencialmente de natureza fenotípica. _______________________________________________________________________________________________ ABSTRACT |
