Update on the approach to smoking in patients with respiratory diseases

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Main Author: Sales, Maria Penha Uchoa
Publication Date: 2019
Other Authors: Araújo, Alberto José de, Chatkin, José Miguel, Godoy, Irma de, Pereira, Luiz Fernando Ferreira, Castellano, Maria Vera Cruz de Oliveira, Tanni, Suzana Erico, Almeida, Adriana Ávila de, Chatkin, Gustavo, Silva, Luiz Carlos Côrrea da, Gonçalves, Cristina Maria Cantarino, Botelho, Clóvis, Santos, Ubiratan Paula, Viegas, Carlos Alberto de Assis, Sestelo, Maristela Rodrigues, Meireles, Ricardo Henrique Sampaio, Correa, Paulo César Rodrigues Pinto, Oliveira, Maria Eunice Moraes de, Reichert, Jonatas, Lima, Mariana Silva, Silva, Celso Antonio Rodrigues da
Format: Article
Language: eng
Source: Repositório Institucional da UnB
Download full: https://repositorio.unb.br/handle/10482/36554
https://doi.org/10.1590/1806-3713/e20180314
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http://orcid.org/0000-0003-0961-4474
http://orcid.org/0000-0002-9916-2987
http://orcid.org/0000-0001-7108-0640
http://orcid.org/0000-0003-4012-8220
http://orcid.org/0000-0003-4461-7582
http://orcid.org/0000-0002-5438-3428
http://orcid.org/0000-0001-8842-5393
Summary: O tabagismo é o maior responsável pelas doenças respiratórias (DR). Os efeitos nocivos do tabaco sobre o aparelho respiratório se iniciam ainda intraútero e influenciam as respostas imunológicas ao longo da infância e vida adulta. Os tabagistas com DR possuem peculiaridades que podem dificultar a cessação tabágica, tais como maior grau de dependência e de abstinência de nicotina; níveis mais elevados de monóxido de carbono exalado; motivação e autoeficácia baixas; maior preocupação com ganho ponderal; e elevada prevalência de ansiedade e depressão. Além disso, requerem tratamento mais intensivo e prolongado. É necessário esclarecer sempre o paciente sobre o fato de que parar de fumar será a única medida que irá reduzir a progressão das DR e melhorar sua qualidade de vida, independentemente do tempo e da gravidade da doença. Os médicos devem sempre oferecer o tratamento de cessação tabágica. O tratamento ambulatorial ou hospitalar deve ser multidisciplinar, baseado em intervenções comportamentais e farmacoterapia, sendo eficaz e custo-efetivo, dobrando as chances de sucesso.