A significação em Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves
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|---|---|
| Publication Date: | 2012 |
| Format: | Article |
| Language: | por |
| Source: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/12539 http://dx.doi.org/10.1590/S1517-75992012000200007 |
Summary: | Neste artigo empreende-se a análise da obra Portais e a Abside, de Celso Loureiro Chaves, para violão solo, de 1997. A análise segue os princípios da nova musicologia, como têm sido postos em prática por autores como Lawrence Kramer e Rose Subotnik. O ponto de partida e permanente referência da análise são as evidências deixadas pelo próprio compositor: o caráter inteiramente serial da obra; a relação do esquema formal da obra com "o plano arquitetônico de um templo imaginário, mas que poderia estar localizado na ilha de Próspero tal como desenhada por Peter Greenaway para o seu filme A Última Tempestade"; a referência da seção central da peça à memória de "alguma leitura longínqua da obra Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa". A partir destas evidências busca-se intuir um contexto que ilumine a obra e desvele a profundidade do seu significado. ____________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT |
