Diretrizes brasileiras para o diagnóstico de narcolepsia
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| المؤلف الرئيسي: | |
|---|---|
| تاريخ النشر: | 2010 |
| مؤلفون آخرون: | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , |
| التنسيق: | Article |
| اللغة: | por |
| المصدر: | Repositório Institucional da UnB |
| Download full: | http://repositorio.unb.br/handle/10482/27864 https://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462010005000014 |
الملخص: | Este artigo relata as conclusões da reunião de consenso com médicos especialistas sobre diagnóstico de narcolepsia baseada na revisão dos artigos sobre narcolepsia listados no Medline entre 1980 e 2010. A narcolepsia é uma doença crônica de início entre a primeira e segunda décadas de vida do indivíduo. Os sintomas essenciais são cataplexia e sonolência excessiva. A cataplexia é definida como episódios súbitos, recorrentes e reversíveis de fraqueza da musculatura esquelética desencadeados por situações de conteúdo emocional. Os sintomas acessórios são alucinações hipnagógicas, paralisia do sono e sono fragmentado. Critérios de diagnóstico clínico de acordo com a Classificação Internacional dos Transtornos do Sono são de sonolência excessiva e cataplexia. Recomenda-se a realização de polissonografia seguida do teste de latência múltipla do sono em um laboratório de sono para confirmação e diagnóstico de comorbidades. Quando não houver cataplexia, deve haver duas ou mais sonecas com sono REM no teste de latência múltipla do sono. Tipagem HLA-DQB1*0602 positiva com níveis de hipocretina-1 abaixo de 110pg/mL devem estar presentes para o diagnóstico de narcolepsia sem cataplexia e sem sonecas com sono REM. |
